Way Beyond

COVID-19

Como estamos a viver estes tempos

Juntos podemos inverter a tendência.

Ficar” é um dos verbos mais usados nestes tempos de cuidados. Ao consultarmos o seu significado no dicionário e se o compararmos com “parar” poderemos encontrar bastantes pontos de contacto entre ambos.
O que nos é pedido e o que é mais correcto fazer nestes tempos é ficar, sim, mas sem parar.
Nós também ficámos em casa, em trabalho remoto, desde o dia 12 de Março.

Uma semana de reuniões em 1 minuto e 5 segundos.

Temos sido grandes defensores de estarmos presentes fisicamente, nas nossas iniciativas. Os tempos que agora vivemos desafiam esta nossa convicção. Felizmente, mantemo-nos juntos e disponíveis graças à tecnologia.

Por agora, tenhamos paciência, resiliência e flexibilidade e saibamos dar uso às nossas criatividade e inventividade para encontrar respostas mais adequadas para o presente e para o futuro.

Entretanto, colocamos ao serviço de todos aquilo que gostamos e sabemos fazer: conversar, reflectir, desafiar, escutar, perguntar e repetir. Agora virtualmente.

Até já, cuidem de vós, dos que vos são próximos e de todos nós. Vamos dando notícias, e actualizaremos esta página com mais conteúdos.

A equipa Way Beyond.

Partilhar com todos o nosso gosto por aprender. 📚

Há muito que tínhamos a vontade de partilhar com os nossos clientes, parceiros e colegas as leituras que vamos encontrando e que nos inspiram. Os tempos que vivemos aceleraram a nossa iniciativa.

Partilhamos com todos a “Biblioteca Way Beyond”, uma ferramenta interna que é o repositório do melhor que vamos encontrando na internet, na academia, em livros e em muitos outros lados. Visite regularmente, pois na Way Beyond somos leitores e curadores ávidos.

BIBLIOTECA WAY BEYOND

Sobre parar. ✋🏻

Ninguém nos precisa de dizer para seguirmos, para continuarmos. Há muito que estamos “infectados” com outros vírus: o da obsessão com a eficácia e com a eficiência; o da necessidade de estarmos sempre em movimento; o da dificuldade em parar, sem estarmos a ser distraídos ou entretidos. Afinal, “fazer nada” é muito difícil, ou mesmo impossível.

Assim que começámos a perceber que tínhamos de ficar em casa, as redes sociais, os grupos de mensagens e os emails começaram a inundar-se com referências, com actividades e jogos, com estratégias de planeamento e tabelas como preencher com rotinas. O medo de ficarmos realmente afectados pela doença que mais ameaça a nossa espécie em gerações rapidamente se substituiu pelo medo de ficarmos entediados. Isto, claro, para os mais inteligentes, mais prudentes e mais altruístas de nós: os que, de facto, ficam em casa.

Parar, agora, não é ficar parado. É começar a fazer diferente e para tal poder acontecer é necessário pensar e sentir de forma diferente também. De repente muitos de nós nos vemos a trabalhar onde habitualmente ou supostamente não deveremos trabalhar. Agora somos obrigados a confrontar duas dimensões que estamos muito treinados e evangelizados e deixar separadas: trabalho e lazer. E os alertas estão em todo o lado. “Não são férias!” Não é para andar a passear, de facto. Estamos completamente de acordo. Mas isso diz respeito ao ficar e não ao parar. Mesmo ficando, é-nos pedido que não nos tornemos ociosos. Afinal, o negócio terá de sobreviver; terá de continuar.

O que nos acontece quando paramos? O que acontece quando ficamos onde não é habitual estar?

Na Way Beyond há pelo menos um ano que nos andamos a ocupar com estas perguntas. Não temos para si um webinar(ainda!). Não temos para si mais uma sugestão de ligação por videochamada (para já!). Queremos partilhar consigo uma experiência que fizemos em Maio de 2019, quando decidimos parar, por nossa vontade. Agora que somos obrigados a ficar e a parar de fazer as coisas como fazíamos, fica uma sugestão de leitura de quem quis parar para ver o que acontecia. Não temos soluções para si, para a sua família, para a sua equipa nem para a sua empresa. Mas estamos disponíveis para ajudar a encontrar.

Contamos-lhe a história de quando decidimos parar, por nós.

Leia também o que criou a nossa Joana, quando teve de parar, como todos nós.

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